POST MAIS LIDO DA SEMANA!!!

5 de junho de 2019

O QUE É COMPUTADOR DE VOO?


Não, não se trata de um sofisticado equipamento de bordo. É uma régua que faz complexos cálculos de navegação aérea para planejamento de um voo podendo ser do tipo “régua” ou “circular”.  Além da habilidade do piloto no seu manuseio esse instrumento precisa ter precisão na resolução dos cálculos.


Diante da importância desse instrumento e das opões existentes no mercado é natural surgirem dúvidas sobre qual escolher. As perguntas mais frequentes são quanto a precisão, durabilidade, garantia, escolha dos modelos de “régua ou circular” etc. E é para responder essas perguntas que fiz esse texto.

Computador de voo: você sabe escolher qual é o melhor?



Como já disse anteriormente, Computador de Voo é uma régua análoga que executa cálculos específicos para uso na aviação, algumas são operações simples como conversão de unidades, cálculo de velocidade, tempo e distância e outros mais complexos como: velocidade aerodinâmica, altitude densidade, altitude verdadeira, cálculo de proa e desvios provocados pelo vento entre tantos outros.

É um instrumento útil não só no planejamento do voo, como também algum cálculo que precise ser refeito em voo. Então pode-se dizer que ele acompanhará o piloto desde sua formação e ao longo de sua carreira. Hoje em dia, com os instrumentos de navegação aérea de alta tecnologia embarcados, praticamente tudo é calculado eletronicamente, mas um bom piloto tem sempre em sua “brifecase” um computador de voo.

Mas é durante a formação básica que usar o computador de voo é imprescindível. É dessa forma que o aluno compreende o que os modernos sistemas de navegação aérea estão respondendo. Além disso, nos exames da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) os cálculos precisam ser feitos utilizando o computador de voo.

Até os anos 90 só as empresas americanas Jeppesen e Asa comercializavam computadores de voo.  E para atender a necessidade do mercado em 1990 surgiu o primeiro Computador de Voo Nacional, o EA-3 e posteriormente o EA-2, um projeto inovador da Espaço Aéreo sob os olhos experientes do professor Soares. A Trident, maior empresa brasileira na fabricação de réguas de cálculo, foi a escolhida para a fabricação.

Hoje existe outros computadores de voo de régua fabricados no Brasil, porém a Espaço Aéreo é a única empresa que tem os dois: régua e circular. Os alunos e alguns professores em preferência pelo modelo de régua.

Vamos conhecer os modelos disponíveis?


NACIONAIS DE RÉGUA:


                                               EA-2 da Editora Espaço Aéreo






Fabricado pela Trident, em PVC, com garantia de 1 ano, faz cálculos de alta e baixa velocidade, o que possibilita ser usado no curso de piloto privado (PP), como no curso de piloto comercial e instrumentos (PC-IFR).

Um importante diferencial é o cursor, patenteado pela Espaço Aéreo, cujo objetivo é a interpolação de dados e por conseguinte facilidade de leitura e maior precisão na resposta. 





Outra vantagem, não menos importante, é que ele traz informações em português de como realizar determinado cálculo.                                                                                      É o único do mercado no Brasil, que oferece garantia de        1 ano não apenas na questão da durabilidade do                     material  que foi produzido, como também na precisão          das escalas. 




E6B Bianchi

Computador em PVC. Executa cálculos de alta e baixa velocidade, e pode ser usado no curso de piloto privado (PP) e no curso de piloto comercial e instrumentos (PC-IFR). A empresa Bianchi dá 1 ano de garantia contra defeitos de fabricação.


IMPORTADOS DE RÉGUA:


E6B Jeppesen




Trata-se de uma marca americana conhecida na fabricação de materiais para aviação. Possui dois modelos, um em metal e outro mais simples em papelão plastificado.
Executa os cálculos anteriormente citados, possuindo também régua com baixa e alta velocidade. Pelo fato de ser americano traz suas informações em inglês.


NACIONAIS CIRCULAR:


EA-3 da Editora Espaço Aéreo.

Patenteado pela Espaço Aéreo e fabricado pela Trident, em PVC, com garantia de 1 ano, faz cálculos de alta e baixa velocidade, o que possibilita ser usado no curso de piloto privado (PP), como no curso de piloto comercial e instrumentos (PC-IFR).

É o único computador circular do Brasil, executa os cálculos anteriormente citados, tanto em baixa como em alta velocidade. Pelo fato de ser brasileiro traz suas informações em português.
                                                       



Um importante diferencial é o cálculo direto de fusos horários (UTC; Hora Legal; Hora Local), visto nas provas da ANAC. Muitos alunos apresentam dificuldades para responder essas questões.






CR3 Jeppesen (inglês)



Fabricado pela Jeppesen. Possui dois tamanhos, ambos em PVC.

Executa os cálculos anteriormente citados, faz cálculos de alta e baixa velocidade.  Pelo fato de ser americano traz suas informações em inglês.


Diante dessas opções pode surgir algumas dúvidas.

Eu listei os aspectos importantes que você deverá considerar ao escolher seu computador de voo e fazer a melhor escolha.

1 – Precisão
2 – Cálculos em baixa e alta velocidade
3 – Facilidade de recursos
4 – Garantia
6 – Idioma
6 - Facilidade de aquisição

Conte para mim: qual desses aspectos você acha mais importante? Qual você levará em conta ao escolher o seu computador de voo?

Adoro ler e responder os comentários.

Nos falamos no próximo post.

Até lá.





PAGAR POR POLTRONA EM AVIÃO: NÃO PODE MAIS (EBAAA)




PAGAR POR POLTRONA EM AVIÃO:
NÃO PODE MAIS (EBAAA)

Você já pagou mais por escolher o assento de sua preferência no cinema (mais longe da tela, mais no centro, etc.)? Claro que não. Mas essa prática (injustificável, segundo o Procon SP) é comum entre as empresas Gol, Azul e Latam.

Foi exatamente essa linha de raciocínio que levou o Procon-SP a multar essas empresas. 

As multas por companhia são: Azul (R$ 481.353,18), Gol (R$ 2.658.240) e Latam (R$ 3.724.899,75).

Na avaliação do Procon as taxas cobradas por marcação antecipadas dos assentos ferem o Código de Defesa do Consumidor, uma vez que não há uma prestação de serviços adicional que poderia justificar a cobrança.

Fernando Capez, presidente do Procon acredita que as empresas estão procurando formas de aumentar o seu lucro, pois ao marcar seu assento no avião o passageiro não está obtendo nenhuma vantagem, muito menos atribuindo despesas para a companhia aérea, por isso o Procon considerou essa cobrança abusiva.

O Procon informou ainda que a sustentação desse tipo de cobrança pelas companhias aéreas poderá chegar à Justiça.

Essa eu gostei, e você?

Você já pagou por algum assento durante uma viagem?

Faça seus comentários.



3 de junho de 2019

AERONAUTAS: MAIS EMPREGO A VISTA! (será?)


NOVAS EMPRESAS AÉREAS

NOS CÉUS BRASILEIROS



Com a aprovação do Senado para abertura de capitais estrangeiros na aviação brasileira, surgem a possibilidade de ampliação de rotas de novas companhias a operarem no Brasil, entre elas a Air Europa, Norwegian e Sky que já demonstraram interesse.

Já saiu na frente a Air Europa pois a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou a concessão de exploração de serviço regular de passageiros para a empresa Globalia 

Linhas Aéreas que administra a Air Europa, a primeira empresa aérea internacional que solicitou autorização para iniciar as operações no Brasil com capital 100% estrangeiro. Para iniciar as operações falta apenas o Certificado de Operador Aéreo.

O governo celebrou a aprovação afirmando que a chegada da Air Europa será apenas a primeira de muitas a operarem no Brasil em rotas domésticas promovendo assim o turismo nacional.

Você acredita que com a entrada de empresas estrangeiras poderá melhorar a oferta de empregos no setor?

Gostaria muito de conhecer sua opinião a esse respeito.

Faça seus comentários.

Até a próxima.



CAPITAL ESTRANGEIRO NA AVIAÇÃO BRASILEIRA: VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR?


CAPITAL ESTRANGEIRO NA AVIAÇÃO BRASILEIRA
VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR?




O senado aprovou recentemente (maio/19) maior participação de capital estrangeiro para companhias aéreas brasileiras. Os defensores dessa medida, que tem causado muita controvérsia, acreditam que essa e outras ações podem influenciar positivamente no preço da passagem.  Atualmente a participação de capital estrangeiro é restrito a 20% e com a aprovação da medida poderá chegar a 100%.

O governo ressalta que esse limite de 20% fazia com que o Brasil fosse um dos países mais fechados à investimentos no setor aéreo. 


Esse novo dispositivo, afirma o governo, vai estimular o aumento da competição, a desconcentração do mercado doméstico, o aumento da quantidade e rotas atendidas pelo transporte aéreo regular, além do preço médio das passagens.


As medidas aprovadas abrem a possibilidade tanto para abertura de novas companhias como aporte financeiro estrangeiro para as empresas existentes.

Mas especialistas do setor advertem que essa conta não é assim tão simples de ser feita, uma vez que esse setor é extremamente competitivo, arriscado, de custos elevados e com baixas margens de lucro. Muitos acreditam ainda que poderá até acontecer maior oferta de promoções e de pacotes o que não significa redução de preços.



Outro aspecto muito importante, que gera preocupações entre os especialistas, é que a capitalização pode tornar empresas existentes mais fortes, gerando um movimento predatório com empresas menores, como aconteceu com a Webjet que deixou de operar depois de ter sido comprada pela Gol em 2012 gerando demissão de 850 pessoas.


Desenhado por Dálcio – Humor Político;

O Sindicato dos Aeronautas por sua vez, também contrapõe as novas regras e argumentaram que grandes potências mundiais têm limitações quanto ao capital estrangeiro tanto que estipularam abaixo de 49% o aporte.

A Comissão de Direitos Imobiliários (CMV), responsável por acompanhar  e disciplinar a atuação das companhias de capital aberto, acredita que a nova medida vai facilitar o trabalho de fiscalização pois vai formalizar situações que de fato já aconteciam, uma vez que por meio de arranjos em contratos sociais algumas empresas conseguiram driblar essa restrição de 20%, dificultando a supervisão da CMV.


Por essas e tantas outras essa é uma discussão bem polemica e, mesmo com a aprovação do senado, estamos longe de chegar a um consenso.


Em resumo:

Foi aprovado:
  • empresas de aviação com sede no Brasil podem ter até 100% de capital estrangeiro.
  • fim da cobrança de bagagem despachada.

Ficou de fora:
  • condicionar por no mínimo de dois anos 5% em rotas regionais
  • operação de voos internacionais por tripulantes brasileiros, ressalva a possibilidade de no máximo 1/3 de comissários estrangeiros.

A matéria segue para sansão presidencial, mas tudo indica que será sancionada pois, em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro postou:

"Ganha a nossa economia e nossa população com os efeitos da competitividade e do livre mercado: melhores serviços e menores preços. Parabéns a todos que trabalharam na aprovação desta medida!"

E você o que acha dessas novas regras?

Gostaria muito de conhecer seu ponto de vista.

Faça seus comentários.

Até a próxima.




BAGAGEM DE MÃO: QUANTA CONFUSÃO




BAGAGEM DE MÃO: QUANTA CONFUSÃO!

Quem nunca presenciou pessoas tumultuando o embarque, tentando acomodar sua bagagem de mão no “bin” (compartimento onde são acondicionadas as bagagens de mão)? Seja por falta de espaço, seja por tentar colocar uma bagagem grande demais o fato é que situações como essa podem atrapalhar e atrasar o embarque.
Essa foi a justificativa que a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) informou para uma fiscalização da bagagem de mão mais rigorosa nos aeroportos brasileiros em vigor desde final de abril de 2019.

Advertiu também que “todo passageiro que tentar embarcar com bagagem de mão fora dos padrões adotados pelas companhias aéreas necessitará despachar a bagagem pagando pelo serviço”.







Além da praticidade de carregar sua bagagem junto com você, não precisar esperar na esteira, economizando tempo no desembarque, a economia também é financeira já que atualmente as companhias aéreas cobram pela bagagem despachada.

A ABEAR acredita que a inspeção mais rigorosa da bagagem de mão deverá agilizar o fluxo dos clientes nas áreas de embarque, evitando atrasos e trazendo maior conforto para todos passageiros.

Veja qual é o padrão e o que pode e o que não pode levar em sua bagagem de mão?
Segundo a regras da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), em vigor desde 2017, a bagagem de mão poderá pesar até 10 kg, e suas dimensões de volume pode ser definido por cada companhia.



                                                    

Companhia Aérea
Volume
Dimensões
Peso
Azul
1 Bagagem de mão + 1 item pessoal
55 cm x 35 cm x 25 cm**
10 Kg
Gol
1 Bagagem de mão + 1 item pessoal
55 cm x 35 cm x 25 cm**
10 Kg
Latam
1 Bagagem de mão + 1 item pessoal
55 cm x 35 cm x 25 cm**
10 Kg

                                      



É preciso ainda ser observado os itens permitidos e proibidos para bagagem de mão.
Não é permitido:

  • Tesouras
  • Navalhas
  • Canivetes
  • Instrumentos multifuncionais
  • Nenhum tipo de aerossol com produtos químicos ou inflamáveis
  • Espátulas e palito de unha
  • Ferramentas de construção





É permitido:

  • Produto para cabelo e pele sem restrição de quantidade
  • Álcool em gel
  • Aerossóis de uso médico ou de higiene pessoal (máximo 300 ml)
  • Aparelhos de barbear em cartucho
  • Objetos com lâminas inferiores a 6 cm (ex. cortadores de unha e alicates sem ponta)
  • Utensílios domésticos (respeitando o limite de peso)
  • Bebida alcoólica (até 5 litros com até 70% de graduação alcoólica. As garrafas devem possuir lacre de fábrica e podem ser despachadas)
  • Medicamentos (com prescrição médica) **
  • Alimentação de bebês **
  • Líquidos de dietas especiais **
** Somente em quantidade necessária para utilização durante o voo e eventuais escalas. Deverão ser apresentados no momento da inspeção de segurança.






O que acontece com minha bagagem de mão se a cabine estiver lotada?



Nesse caso cabe a companhia achar a melhor solução para o passageiro e sem custo, desde que a bagagem de mão esteja nos padrões já mencionados.

Você já passou ou presenciou uma situação inusitada sobre bagagem de mão?

Gostaria muito de conhecer essa história.

Compartilhe conosco.

Até a próxima.




30 de maio de 2019

COMISSÁRIA ESCONDE PASSAPORTE E LEVA BRONCA DA CHEFIA




VIDA DE COMISSÁRIO DE VOO
O que acontece nos bastidores do voo
IV

Viajar o mundo, se relacionar com pessoas interessantes, tomar café da manhã em bons hotéis, ver o nascer e o pôr do sol do alto, parece o trabalho dos sonhos de qualquer pessoa, não é mesmo?

Mas junto com tudo isso tem uma vida de carregar malas, conviver com mudanças bruscas de horários, com alterações no relógio biológico além de fusos horários diferentes. Ter como casa hotéis diferentes, ou seja, dormir e acordar cada dia em um hotel, em uma cidade, e até em um país, conviver com equipes de trabalhos diferentes sempre etc. Em resumo: nada de rotina

Muitas situações hilárias podem surgir dessa vida tão singular. E para homenagear esse profissional tão querido vamos contar algumas dessa situações enfrentadas por eles ao lidar com a falta de rotina.


Vida louca gera mil atrapalhadas.

Aline hoje tem muita experiência em voos internacionais, tem mais de 15 anos na profissão, mas logo que iniciou estava fazendo ponte aérea, em média 6 “pernas” por dia (6 pousos e 6 decolagens). Ora pernoitava em São Paulo, ora no Rio de Janeiro, um trabalho para lá de exaustivo e com poucas, mas muito valorizadas, folgas semanais. Seu despertador tocava todos os dias as 4:00 da manhã e começava sua rotina de banho, maquiagem, cabelo impecável, meia fina, uniforme alinhado e corrida para chegar no horário.

Um dia desses ela chegou um pouco atrasada em Congonhas, quando entrou no computador da empresa para se apresentar para o voo, seu nome não estava lá. Ficou desesperada achando que por conta do atraso tinham tirado ela do voo. Ligou para a escala e após alguns minutos a constatação: era sua folga. Ela acordou cedo, se produziu inteira, pegou trânsito no seu ÚNICO dia de folga da semana. 

O desejo da Aline (ela me confessou) era se estapear, mas não podia, além do que era necessário manter a postura e não dar bandeira para que seus colegas não rissem dela. E para ajudar a casa dela era muito longe do aeroporto. 

Sabiamente resolveu aproveitar o dia, estudar e fazer algumas coisas que precisava. Hoje ri disso e atribui o erro a vida agitada e a falta de experiência, mas no dia ficou mesmo com raiva de si mesma.

Foi tudo isso junto que provocou outra situação com a Aline, só que dessa vez em um voo internacional, mais precisamente em Londres. Ela conta que sempre foi instruída pela companhia a zelar muito dos documentos, principalmente do passaporte, que tem um grande valor no mercado negro. Por isso criou um esconderijo em cada hotel que pernoitava para seus documentos. 

Ela os guardava entre o coxão e o estrado da cama. Sempre funcionou muito bem e dava tranquilidade e segurança para Aline saber que tudo estava bem guardado.

Nessa viajem para Londres ela resolveu sair, dar um passeio na sua hora de descanso e deixou seus documentos e passaporte no seu esconderijo. Ao retornar ao hotel, preocupada em não se atrasar, se arrumou e se apresentou pontualmente para o briefing

No aeroporto de Londres naquela ocasião não era necessário apresentar o passaporte. Sua viajem foi bem tranquila e ela não deu falta de nada, só quando desembarcou no Brasil que percebeu seu erro.

Foi parar na polícia federal, sua chefia foi comunicada, levou uma tremenda bronca. Para resgatar seu passaporte pediu ajuda da tripulação que chegaria naquele mesmo hotel. Precisou também ligar para a recepção do hotel e “gastar” seu inglês para explicar seu esconderijo. Ela conta que foi difícil para as camareiras entenderem que não era embaixo da cama, mas embaixo do coxão.


Michelle por sua vez conta que demorou muito para que seu cérebro entendesse essa questão de dormir cada dia em um quarto de hotel diferente. Até que se adaptasse muitas situações aconteceram.

Quando se levantava a noite para usar o banheiro sua dificuldade era imensa. Michelle conta que cansou de parar dentro do armário procurando o vaso sanitário, por exemplo.

Em outra ocasião abriu a porta do quarto e saiu no corredor pensando que estava entrando no banheiro. Claro que a porta do quarto fechou com ela do lado de fora. Precisou descer à recepção de pijamas para pedir ajuda.

Ela conta rindo que o principal aprendizado que tirou dessa situação foi que precisava usar pijamas bem-comportados.

Terminamos assim nossa homenagem a todos os comissários de voo.

Parabéns pelo seu trabalho!

E você como se comporta quando dorme em um quarto diferente do seu?

Seu relógio biológico funciona a pleno vapor?

Você fica muito afetado quando viaja para lugares onde tem fuso horário diferente?

Conte para nós suas experiências.

Vou adorar conhecer.