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Juliana Steck iniciou sua carreira na aviação aos 19 anos, como Comissária da TAM . Logo após se tornou piloto na Azul e hoje tem s...
17 de outubro de 2018
21 de setembro de 2018
O QUE É PRECISO PARA SER COMISSÁRIO DE VOO? Parte II
- · Como passar na entrevista?
- · O que será exigido de mim com relação as minhas habilidades e comportamentos?
- · Quais atitudes devo ter, não só na entrevista mas também na carreira como comissário?
Vamos começar pelo inicio: a entrevista.
Quando uma vaga é “desenhada” pelo RH de uma empresa são levadas em consideração as necessidades do empregador, as habilidades técnicas e comportamentais que a vaga exige que o candidato tenha, e a legislação trabalhista em vigor.
As empresas exigirão do candidato:
· Certificado médico aeronáutico (CMA) que comprovará que o candidato está em perfeitas condições de saúde e apto a voar;
· Certificado de Habilitação Técnica (CHT) que comprovará que o candidato está tecnicamente apto a exercer a função de Comissário de bordo.
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27 de julho de 2018
O QUE É PRECISO PARA SER COMISSÁRIO DE VOO? - parte 1
Parte I
Como
me capacitar para ser um Comissário de voo
Quais são os requisitos
básicos para ser comissário?
Onde devo estudar?
Quanto custa?
Quanto tempo dura o
curso?
Devo prestar algum tipo
de prova?
Viajar o mundo inteiro,
se hospedar em bons hotéis, usar aquele charmoso uniforme, viver cercado de
gente bonita, respirar a atmosfera do aeroporto, ver o sol nascer e se por do
alto de um avião, ganhar um bom salario, ter acesso a produtos importados são
pensamentos que passam pelo imaginário das pessoas que querem conhecer ou
ingressar nessa área: comissário de voo.
Diante de tantas
possibilidades e com sugestões tão atraentes dá para acreditar que esse é o
trabalho perfeito para quem quer ser livre, viajar o mundo inteiro e ainda se
divertir. Parece perfeito esse trabalho não é mesmo?
Mas será que não
existem contras?
Como será a rotina, o
dia a dia de um comissário?
Qual a realidade dessa profissão?
E como ingressar nesse mercado?
Vamos começar pelo começo, ou seja, como ingressar
nessa carreira.
Os requisitos básicos são:
·
Maior de 18 anos
·
Ter o ensino médio completo
·
Ser formado em uma Escola Homologada
para Comissário
·
Ter o Certificado Medico (CMA)
·
Ser aprovado na ANAC
·
Ter um segundo idioma, preferencialmente
Inglês (conversação)
Escola
Homologada
A
Escola que ensina a profissão de comissário de voo precisa ter
autorização da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) que é um órgão
regulador e fiscalizador.
A
escola que tem essa autorização chama-se de HOMOLOGADA.
É
importante você perguntar na hora da matrícula esse detalhe tão importante.
Essa
escola pode oferecer cursos presenciais e/ou no modo EAD (ensino a distância).
Caso opte pelo ensino a distância você precisa saber que irá precisar fazer 3
cursos presenciais: Sobrevivência na Selva, Sobrevivência no Mar e Combate ao
fogo. Vamos falar deles já já.
Quanto tempo é o curso?
O curso tem duração de 4
a 6 meses, algumas escolas oferece a opção de estudar aos fins de semana,
aumentando o tempo de duração do curso.
Quanto
custa?
O valor do curso varia
de escola para escola, localidade e se inclui o prático, o teórico e o
uniforme.
Mas, em média a PARTE
TEÓRICA custa de R$ 1.800,00 a R$ 2.500,00 (preços de
jul/18).
O que você vai
aprender?
No curso teóricovocê
vai aprender as matérias que são exigidas na prova da ANAC separadas em 4
blocos:
ü Bloco
1:
Emergência,
Segurança e Sobrevivência.
ü Bloco
2:
Regulamento
da profissão
ü Bloco
3:
Temas
médicos
ü Bloco
4:
Conhecimento
gerais de aeronaves
Quando terminar o curso
você precisará prestar uma prova de conhecimentos técnicos na ANAC (Agência
Nacional de Aviação Civil) mediante ao pagamento de uma taxa no valor de R$ R$
273,00 (ju/18).
Para ser aprovado
precisará de 70% de acerto para cada um dos blocos. Caso não consiga poderá
repetir a prova pagando uma nova taxa.
Um abraço e até a próxima.
No curso prático você
vai aprender:
- Sobrevivência na selva
- Combate ao fogo
- Aulas de etiqueta
- Aulas de Maquiagem (para mulheres)
As provas são realizadas
no mesmo dia do curso pela própria escola.
O CMA – Certificado
Médico Aeronáutico
É realizado em clínicas especializadas
e também homologadas.
No ato da matrícula na
escola de comissário você receberá o encaminhamento para esses exames e as
indicações das clinicas que prestam esse serviço.
Custa entre R$ 400,00 a
R$ 600,00 (jul/18).
Os exames exigidos são:
Audiometria, Exame de
vista, Eletro, Raio X Tórax, ergométrico, exames laboratoriais, psicotécnico
etc.
Resumindo:
Para ser um comissário de
voo você precisa:
• Estudar
em uma escola homologada
• Passar
na prova da ANAC
• Tirar
seu Certificado Médico Aeronáutico
Custo médio total:
Teórico, prático uniforme e taxas
• De
R$ 3.400,00 a R$ 4.000,00 (jul./18)
Tempo:
• De
4 a 6 meses
Mas e depois das
carteiras?
No próximo post
falaremos sobre assuntos bem práticos, como por exemplo, como passar na
entrevista, e as exigências comportamentais que a carreira exige. Será que você
tem o perfil que as empresas aéreas procuram?
Conte pra mim:
Ø
Você está interessado em seguir essa carreira?
Ø
Por quê?
Ø
O que te fascina nesse trabalho?
Espero seus comentários.
Um abraço e até a próxima.
12 de junho de 2018
Tripulante consegue namorar e casar?
Pois e não é que conseguem.... Vida normal a todos nós, tripulantes! Hoje vamos contar a história de dois casais, que doam suas vidas para o voo com segurança e se dedicam a profissão com todo amor e carinho, mas que também tocam suas vidas amorosas, felizes e contentes!
O primeiro casal é a Paula e o Igor e, eles se conheceram dentro de um avião. Ela comissária e ele piloto. Namoram há 8 meses e nos revelaram as principais
curiosidades de voar e namorar outro tripulante.
Conversamos
também com a Ana e o Luciano. Ambos tripulantes da mesma empresa, se conheceram
no voo e atualmente são casados e dividem seu tempo livre para sempre estar
presente na vida dos filhos gêmeos.
Paula Comissária, Igor Piloto e uma paixão: voar!
Eles nos
contaram que se conheceram há uns dois anos atrás em um bate e volta GIG. Ambos
fizeram a ida tripulando e voltaram de extra. Enquanto aguardavam para
embarcar, conversaram bastante sobre relacionamento. Na época ambos eram casados
com pessoas que não eram da aviação.
Dois anos depois fizeram juntos um voo para Milão, nessa época ambos solteiros e foi neste voo que tudo começou.
Eles já voaram juntos algumas vezes e gostam bastante quando surge a oportunidade na escala. Sempre com muito profissionalismo, afinal é preciso saber separar o lado pessoal do profissional e isso Paula e Igor conseguem fazer facilmente.
Como tudo nessa vida, se relacionar com tripulantes também surgem pontos positivos e negativos. Para o casal, como vantagem é que um entende a rotina do outro, os horários da escala e claro, têm a possibilidade de voarem juntos. Como negativo é que no meio de tantos pousos e decolagens, pode ocorrer da escala não bater, um pode estar chegando e o outro saindo para voar.
Às vezes se encontram no mesmo hotel, mas isso só ocorre quando estão no mesmo voo. Quando ocorre a oportunidade de um café romântico no aeroporto entre idas e vindas, procuram fazer desse momento muito especial.Não é tão difícil de estarem os dois em casa, mas é sempre bem corrido. Já pensaram em voar com escala casada, porém a empresa na qual ambos trabalham ainda não permite, mas as folgas eles sempre solicitam juntos.
No momento o casal não tem filhos juntos, mas pretendem ter futuramente, e não vêem problemas em voar e ter filhos para cuidar, pois eles já tem filhos de outro casamento.
“O maior aprendizado que se tira de um namoro com tripulante é ser paciente, flexível, organizado e pensar sempre um no outro” relata Paula.
Foto - Paula e Igor
“Um fato
engraçado foi um voo que fizemos mas não contamos para ninguém que nos
relacionávamos, até começarem a desconfiar de que algo estava acontecendo. Mas
o legal era o fato de ninguém imaginar que já éramos um casal e por conta
disso, passamos por algumas situações não muito comum, que jamais passaríamos
se soubessem que estávamos juntos, se é que me entende (risadas)...
Em geral é
um tipo de relacionamento muito bom! Onde a vontade de estar junto é constante.
Quando estamos de folga, podemos ir no voo um do outro e assim aprendemos a aproveitar
cada instantes juntos. Inclusive, estou respondendo essas perguntas com ele do
lado, dentro de um avião em um voo para SP".
Para
todos os nosso leitores que são casais tripulantes, Paula deixa uma dica:
- “
Onde quer que estejam, sempre pensem um no outro”.
Ana e Luciano, amando e voando.
Ana
e Luciano se conheceram em um voo bate e
volta para Recife, há 12 anos. Já imaginaram o tanto de voos que já fizeram
juntos? (risadas). Apesar disso, Ana nos contou que nunca imaginou que iria
namorar e casar com alguém da aviação, foi uma peça que o desatino pregou.
Na
época em que eles se casaram há 10 anos, podiam voar juntos, pois na Cia aérea
que trabalhavam não haviam restrições. Hoje, a política mudou, e nesta Cia aérea
não é permitido um casal voar junto. O casal conta que foi super legal, pois
eles souberam separar a parte profissional do casamento. Um fator facilitador
para essa boa relação no ponto de vista do casal foi que já se conheceram
trabalhando, logo já sabiam o estilo profissional de cada um.
Foto Ana e Luciano
Relatam
que o fato de trabalharem juntos dá um astral em toda a tripulação, se sentiam
bem confortáveis ao voarem juntos e gostavam muito.
Ana ressalta como ponto negativo que ao ser casada com outro tripulante, as
vezes não conseguem passar datas comemorativas juntos. Mas eles driblam bem
esse fator, pois não precisam esperar um feriado ou fim de semana, visto que
podem pegar umas folgas durante a semana e viajar e terem o seu lazer, o que é
muito mais divertido, vamos combinar.
Também
destacam que é uma enorme vantagem um entender o outro e acreditam que existe
uma flexibilidade maior no seu relacionamento por ser casada com tripulante. Como
por exemplo: para eles é possível se ver entre idas e vindas, entre pousos e
decolagens as vezes até mais que um “casal normal” – brinca Ana.
- “
Ficamos muito tempo juntos agora que somos do internacional e mesmo quando voávamos
nacional também” - diz Ana.
Um
momento super especial para o casal foi quando ambos tiveram a oportunidade de
fazer um voo para Manaus com suas mães, momento marcante na vida de cada um.
Antes
de terem filhos, eles tinham folga casada e sempre foram a favor de escala
casada também. Mas após a chegada dos filhos gêmeos a logística é diferente, sendo
necessário sempre ter algum deles em casa, já que os filhos são pequenos.
Para
cuidar do casal de filhos, eles contam com o suporte dos pais de Ana... quando
os dois estão voando, sabem que os filhos estão bem e felizes com os avós. Relatam
que os filhos já estão acostumados com os pais viajando o tempo todo, pois
desde pequenos foram inseridos nesse cenário.
Foto Ana, Luciano e o filhos
Ana
e Luciano deixam uma dica para todos os nossos leitores e casais tripulantes:
- “Aproveitem todos os momentos juntos, os momentos que estão em casa como família,
os momentos de voar... tudo intensamente!”
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18 de maio de 2018
Boeing 737 cai logo após decolar de Havana
Um Boeing 737 caiu logo após decolar do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, nesta sexta-feira (18). Bombeiros e resgatistas trabalham no local. O presidente Miguel Díaz-Canel disse que havia 113 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulação.
AERONAVE
Modelo - Boeing 737-200
Empresa Cubana Aviación
Capacidade Máxima 136 passageiros
Depois de uma confusão sobre o nome da companhia aérea, o Boeing 737 foi finalmente identificado como sendo propriedade da companhia aérea mexicana Global Air, que aluga aviões a outras companhias sob a designação Damojh Aerolíneas.
Segundo o jornal cubano Granma, três passageiros sobreviveram ao acidente e foram hospitalizados em estado crítico. Ainda não há confirmação do número de mortes e se há brasileiros entre as vítimas.

O destino da aeronave era Holguín, no leste da ilha de Cuba, a 670 km a leste da capital.
O acidente ocorreu às 12h08 locais (13h08 de Brasília).
Fonte - g1.com.br e uol.noticias.com.br
AERONAVE
Modelo - Boeing 737-200
Empresa Cubana Aviación
Capacidade Máxima 136 passageiros
Depois de uma confusão sobre o nome da companhia aérea, o Boeing 737 foi finalmente identificado como sendo propriedade da companhia aérea mexicana Global Air, que aluga aviões a outras companhias sob a designação Damojh Aerolíneas.
Segundo o jornal cubano Granma, três passageiros sobreviveram ao acidente e foram hospitalizados em estado crítico. Ainda não há confirmação do número de mortes e se há brasileiros entre as vítimas.

O destino da aeronave era Holguín, no leste da ilha de Cuba, a 670 km a leste da capital.
O acidente ocorreu às 12h08 locais (13h08 de Brasília).
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Holguín,
sobreviventes
24 de janeiro de 2018
Helicóptero cai em estacionamento de emissora de TV em Osasco
Um helicóptero da Rede TV caiu na tarde desta quarta-feira (24) no pátio da empresa em Osasco, região metropolitana de São Paulo.
A aeronave estava no heliponto, quando despencou sobre veículos em um estacionamento.
Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas.
Informações iniciais indicam que ventava forte no local na hora do acidente.
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